A 25 dias do primeiro turno das eleições, os candidatos ao Governo de Mato Grosso já ‘torraram’ R$ 8,7 milhões do fundo eleitoral em suas campanhas e já é mais “cara” que a de 2022, quando foram desembolsados R$ 4,2 milhões. O maior volume de gastos é do senador Wellington Fagundes (PL), que já desembolsou R$ 4,3 milhões, seguido pela médica Natasha Slhessarenko (PSD), com R$ 3,2 milhões, e pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que busca a reeleição e gastou R$ 1,2 milhão.
Os dados constam na plataforma DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foram consultados por FOLHAMAX na tarde desta quarta-feira (09). Neste ano, cada candidato pode gastar até R$ 7.115.522,46 milhões do fundão no primeiro turno, mesmo valor do último pleito, em 2022.
Wellington Fagundes já gastou R$ 4,3 milhões em sua campanha eleitoral. Desses, R$ 1,1 milhão foram destinados para serviços advocatícios, dos quais R$ 700 mil vão para o escritório D’Moura & Ianhes Sociedade de Advogados, que, por curiosidade, tem como um dos sócios Gilmar D’Moura Souza, irmão do presidente do PL no Estado, Ananias Filho.
Em seguida, estão os gastos com a Pantanal Filmes Áudio e Imagem LTDA, responsável pela produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. A empresa já embolsou R$ 600 mil até o momento. Em terceiro no ranking está a Flexo Mídia Personalizados LTDA, que faz a publicidade por materiais impressos e recebeu R$ 498 mil.
Única mulher na disputa, Natasha Slhessarenko gastou até agora R$ 3,2 milhões. Os principais gastos dela envolvem comunicação e pesquisas.
Em primeiro está a produção de programas eleitorais com a QAQ Produções de Filmes e Vídeos LTDA, que recebeu R$ 950 mil. Depois vem a Aster Pesquisa e Consultoria LTDA, com R$ 510 mil e a Piraja Comunicação e Marketing Digital LTDA, com R$ 465 mil.
Com serviços advocatícios, a candidata gastou R$ 100 mil, destinados ao escritório Zamar Taques Advogados Associados, do ex-chefe da Casa…


